terça-feira, 18 de março de 2008

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O grande dia chegara novamente. Tão rápido.
Dessa vez estava diferente.
E a menina olhou mais uma vez a ampulheta e lamentou o tempo.
Grãos de areia riscam muito fundo.
E outra vez, quis num ímpeto de fúria, entender o mundo além da janela.
E as pernas que transitam lá em baixo.
E olhou retratos. E relembrou fatos.
E se tocou de que no fim não sabia nada.
Que corria apenas atrás do tempo, e tinha uma ânsia voraz de viver.
Não queria deixar que a vida simplesmente passasse...


“Uma menina que não falava, tão parecida como você e eu.
Que não fazia mau uso das palavras, mas se cansou dos sonhos que o mundo lhe vendeu, tão diferente de se ver...”

4 comentários:

GN disse...

Reflexivo e bem legal seu diário virtual. Parabéns. Abraço! SUPRA Vida para sempre...

Ass.: Gusnob.

Lua disse...

sempre rola comigo também altas reflexões quando se aproxima o meu aniversário... é como se eu tivesse a necessidade de colocar na balança os prós e os contras e decidir se fico ou não feliz...
beijos e parabéns, viu?

Gabriel disse...

Olá. Vc esteve no meu blog perguntando do "A culpa é do Fidel!". Sim, é um dos melhores filmes que já vi. È drama, comédia, filme político. Muita coisa pra esse espacinho aqui. Para entender, só vendo. São as reflexões de uma menina francesa nos anos 70/80 cujos pais viram comunistas e ela não gosta muito da idéia. Se der, veja e depois me conte o que achou?!
bjs,
Gabriel

Eduardo disse...

Eu que tirei essa foto! =D